Sabes, hoje continuei a beber. Não demasiado - acho que descobri aquilo que é demasiado para mim, e embora de vez em quando me saiba bem passar esses limites, não o consigo fazer consistentemente já. E ainda bem. As vezes em que abusei a semana passada ainda estão a ter sequelas no meu corpo.
Penso em ti, sabes? É de todo impossível para mim não o fazer. Daqui de onde escrevo é o mesmo sítio onde fodemos pela primeira vez, nessa noite em que vindos de uma discoteca eu te disse que não sabia se gostavas de mim dessa maneira, e onde, já neste quarto, eu enfiei os meus dedos pela tua cona acima pela primeira vez, te disse que precisava de estar dentro de ti, e a tua resposta foi um 'sim' que para mim foi tudo.
É o terceiro post que aqui escrevo, e dou por mim a falar em foder contigo de novo. Não consigo explicar. Havia uma alquimia entre os nossos corpos que não voltei a sentir. Que não voltarei a sentir. Foi tudo tão bom. Foi tudo tão curto. Merecias que eu tivesse sido um homem á tua altura. Merecias melhor, e encontraste melhor. E eu viverei sempre com o amor que sinto por ti, Sofia, esteja aqui quanto tempo estiver. Não te consigo escapar. Não te consigo fugir. Amo-te mais do que a minha própria vida.
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